Há 2 posts atrás eu falei do "Vjing". Como não tem verbete no Aurélio nem no Houaiss - nem nas versões digitais :) - eu mesmo explico.
VJ = Video Jockey. Ou seja, um similar ao já mais que conhecido DJ, só que com imagens.
VJ não é aquele zé ruela que fica tentando concatenar um monte de nomes de banda e o que fazer com as mãos na MTV. Chamam até de VJ, mas me parece um termo equivocado, uma vez que o zé ruela não discoteca absolutamente nada, não pilota nenhuma imagem. E agora que a MTV não passa nem clipe então, nem imagem eles têm pra pilotar. Viraram todos apresentadores de programa - o que a maioria sempre foi, inclusive.
VJ é aquele cara que fica colocando umas imagens naquela festinha descolada que você vai no fim de semana. Não, aquilo não é um plugin do winamp! Inclusive se você for a uma festa que o DJ use winamp e o VJing for um plugin, vá até a bilheteria, pegue seu dinheiro de volta, compre bebidas, chame os amigos e faça isso você mesmo na sua casa. É mais honesto e mais barato. Não alimente os picaretas, já temos muitos por aqui...
O Vj está ficando cada vez mais popular. Um reflexo do barateamento constante do "setup" envolvido. Projetores mais baratos, laptops mais acessíveis e...vói là! Um ou mais Vjs por festa no Rio de Janeiro.
Pra quem quiser saber se eu vivo disso a resposta é categórica: NÂO. Se eu gostaria? Sim, mas como me é peculiar, não apenas disso. o VJing é uma atividade que faço por puro prazer. O prazer infantil de concatenar imagens com música e tentar dizer coisas que penso acreditar que as pessoas entendem. Nunca saberei elas entendem mesmo, quiçá se tentam entender. Pombas! Elas estão numa festa! Quem tenta entender coisas numa festa? :)
Recentemente estive fazendo VJ para o programa +POP (JBTV - antiga CNT -, às 18h). No final me entrevistaram e uma pergunta que eu sempre me faço acabou surgindo:
- "Onde isso vai parar? Qual o futuro do VJing?"
A verdade é que não sabemos. Ninguém sabe. Isso passa necessariamente por uma futura mudança de interface, taxas de processamento cada vez maiores (sim, cada salto qualitativo dos computadores amplia muitíssimo nossos horizontes) e uma busca de "qual afinal é o nosso papel nessa zorra toda?"
Estamos sempre interligados a música - bem, 98% das vezes pelo menos - seja em festas, raves, shows. Somos um complemento visual a um formato de estimulação auditiva que foi disseminado há cerca de 35 anos com a disco (no caso das boates) e há uns 45 anos com os primeiros shows de rock. Talvez daqui a pouco a música precise de nós irremediavelmente. Talvez sejamos os primeiros dos próximos tipos de estimulação complementares ao ritual de sair de casa pra ouvir música.
O que me incomoda um pouco são algumas pessoas que buscam uma explicação "neuroqualquercoisa" para o "movimento". Ou ficam tentando buscam uma linguagem com alfabeto próprio que atingiria o alvo (no caso o pobre "bebum" fequentador da festinha) criando uma compreensão subliminar...enfim não é exatamente isso não, mas já podem perceber que o assunto às vezes pode se tornar uma punheta sem fim.
A criação de imagens está cada vez mais acessível, abundante e a manipulação cada vez mais fácil. Essa é a razão da popularização. Além disso é impossível estudar linguagem sem estudar o aparelho fonético. Nosso aparelho fonético está em constante mutação - ainda. Ele é muito maior do que imaginávamos há 15 anos e muito menor do que será daqui a uma década. Toda linguagem por enquanto será puramente estética, toda comunicação um acidente. Meio que como os "UGA BUGA" da caricatura de Neanderthal. A gente faz "UGA", o povo da pista faz "BUGA" e nesse meio termo, a gente vai se divertindo. ;)
segunda-feira, abril 23, 2007
domingo, abril 22, 2007
Novo post sobre o cigarro
Em 3 de fev de 2004 eu fiz um post sobre o cigarro e essa política esquizofrênica de fazer o vendedor de drogas vender o quão mal a a própria droga faz.
Tive a sorte de parar de fumar há uns 10 meses. Defino como "sorte" porque todo mundo diz que é a coisa mais difícil do mundo e eu achei bastante fácil. Daí concluo que deve ter sido sorte.
Na verdade volto nesse assunto porque apesar de ex-fumante não me tornei um chato. Acho importante que as pessoas tenham liberdade para fumar se assim desejarem, livres de pentelhos apoiados em falsas estatísticas que ficam acusando você fumante de ficar disseminando o câncer pelo mundo.
Por exemplo: fumante passivo. É claramente um mito.
Vamos raciocinar: Há algumas décadas (e dizem, até hoje na França) fumar era um hábito social aceitável, comum e até mesmo admirado. Fumava-se nos bares, cafés, na rua, nas residências. Enfim, fumava-se pra cacete. Nossos índices de câncer por outro lado não diminuem, apenas aumentam.
Claro, isso não é o dado principal desse sucinto manifesto em prol da liberdade individual. Pra quem não sabe, o início dessa "onda" de caça aos fumantes e de divulgação dos possíveis males do fumante passivo vem - quem imaginaria? - dos EUA. Mais especificamente de Nova York.
A campanha anti fumo calcada nos males do fumante passivo se baseava num dado inicialmente assustador: o fumante passivo tem O DOBRO de chances de ter câncer no pulmão em comparação a alguém sem contato direto com o fumo. Mais do que um motivo pra se acabar com o cigarro, certo?
Errado. Como bem sabemos, americanos e estatísticas se dão muito bem e costumam trabalhar um a favor do outro quando interessa. Pois bem, o fato é que a possibilidade de alguém contrair câncer no pulmão ao longo da vida é de cerca de 0,00015% (depois eu confirmo com precisão esses dados). Ou seja, o fumante passivo - que dobra suas probabilidades - passa a ter 0,00030% de chance de contrair o mesmo câncer.
"É o dobro, não importa", dirão alguns. Eu digo: estatisticamente ambos são irrelevantes e essa droga toda começou por causa da estatística, não?
Para mim continua um mistério porque certas questões de fôro (esse acento existe de fato?) cultural são cegamente copiadas dos modelos americanos. Sim, isso se refere mais especificamente a política de combate ao comércio de drogas, leves ou pesadas, legais ou ilegais.
Um americano raramente está fazendo alguma coisa certa. Quando está é pelos meios errados. Quando os meios são os certos, certamente as razões são erradas.
A razão do autor dessa campanha anti tabagismo em Nova York? Processar em milhões de doletas as indústrias de tabaco. O resto é história.
Sim, cigarro é um lixo e seria bom se todos perdessem esse hábito. Mas isso AINDA deve ser uma decisão pessoal, né? Porque se é pra ser arbitrário, peloamordedeus, fechem a fábrica da Campari. Aquilo é horroroso.
Tive a sorte de parar de fumar há uns 10 meses. Defino como "sorte" porque todo mundo diz que é a coisa mais difícil do mundo e eu achei bastante fácil. Daí concluo que deve ter sido sorte.
Na verdade volto nesse assunto porque apesar de ex-fumante não me tornei um chato. Acho importante que as pessoas tenham liberdade para fumar se assim desejarem, livres de pentelhos apoiados em falsas estatísticas que ficam acusando você fumante de ficar disseminando o câncer pelo mundo.
Por exemplo: fumante passivo. É claramente um mito.
Vamos raciocinar: Há algumas décadas (e dizem, até hoje na França) fumar era um hábito social aceitável, comum e até mesmo admirado. Fumava-se nos bares, cafés, na rua, nas residências. Enfim, fumava-se pra cacete. Nossos índices de câncer por outro lado não diminuem, apenas aumentam.
Claro, isso não é o dado principal desse sucinto manifesto em prol da liberdade individual. Pra quem não sabe, o início dessa "onda" de caça aos fumantes e de divulgação dos possíveis males do fumante passivo vem - quem imaginaria? - dos EUA. Mais especificamente de Nova York.
A campanha anti fumo calcada nos males do fumante passivo se baseava num dado inicialmente assustador: o fumante passivo tem O DOBRO de chances de ter câncer no pulmão em comparação a alguém sem contato direto com o fumo. Mais do que um motivo pra se acabar com o cigarro, certo?
Errado. Como bem sabemos, americanos e estatísticas se dão muito bem e costumam trabalhar um a favor do outro quando interessa. Pois bem, o fato é que a possibilidade de alguém contrair câncer no pulmão ao longo da vida é de cerca de 0,00015% (depois eu confirmo com precisão esses dados). Ou seja, o fumante passivo - que dobra suas probabilidades - passa a ter 0,00030% de chance de contrair o mesmo câncer.
"É o dobro, não importa", dirão alguns. Eu digo: estatisticamente ambos são irrelevantes e essa droga toda começou por causa da estatística, não?
Para mim continua um mistério porque certas questões de fôro (esse acento existe de fato?) cultural são cegamente copiadas dos modelos americanos. Sim, isso se refere mais especificamente a política de combate ao comércio de drogas, leves ou pesadas, legais ou ilegais.
Um americano raramente está fazendo alguma coisa certa. Quando está é pelos meios errados. Quando os meios são os certos, certamente as razões são erradas.
A razão do autor dessa campanha anti tabagismo em Nova York? Processar em milhões de doletas as indústrias de tabaco. O resto é história.
Sim, cigarro é um lixo e seria bom se todos perdessem esse hábito. Mas isso AINDA deve ser uma decisão pessoal, né? Porque se é pra ser arbitrário, peloamordedeus, fechem a fábrica da Campari. Aquilo é horroroso.
OAB e Air Race
Alguém na sociedade civil tem que dar um toque no pessoal da OAB...talvez alguém da imprensa, quem sabe?
Não, acho que não. A imprensa hoje em dia não está mais interessada em informar do que vender historinha escabrosa.
O fato é que a OAB está se especializando em ser e fazer o contrário do que a sociedade civil espera dela. Um ranço coorporativista impregna a entidade.
Quando tivemos sérios problemas nos sistemas carcerários (nós os temos ainda) a OAB se recusou a aceitar que seus advogados pudessem se submeter a revistas na entrada dos presídios. Mesmo que soubéssemos todos - e mesmo eles - que uma corja de "adevogados" (sic) seja o principal fornecedor de celulares, drogas e armas pra dentro das casas de detenção. Uma espécie de revendedor Vivo com boca de fumo e Wal-Mart, só que delivery!
O espantoso é que se os advogados passassem a ser revistados, eliminaríamos uma importante variável na equação "quem fornece armas, celulares e drogas para os presídios?". Restariam apenas os funcionários do presídio...Mas aí teríamos que fazer alguma coisa, e quem quer isso por aqui?
Agora durante essas investigações da PF o que me surpreende não é o relaxamento de prisão de alguns acusados. Isso deve estar previsto na lei, e lei é pra se cumprir. O que me deixa ATÔNITO é esse tipo de declaração:
- "É lamentável que o procurador-geral da República apresente uma denúncia contra o ministro sem que tenha sido dado a ele o mínimo direito de se defender. É inaceitável." Antonio Carlos de Almeida Castro, advogado do ministro Paulo Medina, do STF.
É inaceitável? Pombas, se isso não é coorporativismo não tenho palavra melhor pra descrever isso, eu me rendo. Vamos aos fatos:
1- O Sr. ministro, assim como todo cidadão brasileiro (a lei é igual pra todos) terá direito de se defender. No tribunal. Ou já estamos prendendo ministro do STF sem julgamento?
2- O Sr. Antonio Carlos - vulgo "o adevogado" - acha inaceitável o procurador-geral não dar a dica pro bandido esconder as provas antes da PF chegar. Veja bem: "inaceitável".
3- Antonio Carlos de Almeida etc. (ô nominho longo - o indivíduo tem síndrome de realeza) é mais conhecido nos meios do poder como "Kakay" (hmmm...que meigo). Já "adevogou" para Roseana Sarney (lembra dos dólares na mesa?), José Dirceu (lembra do...da...enfim,você lembra.), Salvatore Cacciola (graças ao Kakay esse aí FUGIU. Tá na Itália até hoje). É apresentado como especialista em "crises de imagem". Ou seja, é o cara pago pra fazer o capeta ficar com cara de bom moço.
Donde se conclui que Kakay chegou para reestabelecer a imagem de alguns acusados ilustres. Donde eu concluo que: uma vez cliente dele, provavelmente boa coisa você não é. ;)
PS: Outro dia durante um "VJing" (explico isso depois pra quem não souber) tive um problema de cabeamento e algumas imagens ficaram com a cor trocada durante a projeção. Configurado o problema de imagem rezei pra São Kakay pra ver se a crise se atenuava. Nada. Trocamos o cabo e tudo se resolveu. Ou seja: Crise de imagem? Troque seus contatos!
----------------------------------
Quase não vi nenhum avião nesse sábado. Vi sim milhões de pessoas espremidas na praia de Botafogo, Urca e adjacências. Uma pena, fiquei muito curioso de como seria essa corrida, mas pelo jeito não fui o único.
No único momento que vi um avião daqueles subindo e fazendo um loop, no final da volta, tive uma ilusão de óptica e pensei ter visto Marco Aurélio dando uma banana pra gente. Típico de etapa no Brasil - ainda mais no Rio de Janeiro. Vale Tudo.
----------------------------------
Depois de ontem já imaginei como vai ser o trânsito no PAN. Recomendo andar com uma barraca de camping ou saco de dormir dentro da bolsa. E torcer pra estar indo na direção contrária ao evento.
Não, acho que não. A imprensa hoje em dia não está mais interessada em informar do que vender historinha escabrosa.
O fato é que a OAB está se especializando em ser e fazer o contrário do que a sociedade civil espera dela. Um ranço coorporativista impregna a entidade.
Quando tivemos sérios problemas nos sistemas carcerários (nós os temos ainda) a OAB se recusou a aceitar que seus advogados pudessem se submeter a revistas na entrada dos presídios. Mesmo que soubéssemos todos - e mesmo eles - que uma corja de "adevogados" (sic) seja o principal fornecedor de celulares, drogas e armas pra dentro das casas de detenção. Uma espécie de revendedor Vivo com boca de fumo e Wal-Mart, só que delivery!
O espantoso é que se os advogados passassem a ser revistados, eliminaríamos uma importante variável na equação "quem fornece armas, celulares e drogas para os presídios?". Restariam apenas os funcionários do presídio...Mas aí teríamos que fazer alguma coisa, e quem quer isso por aqui?
Agora durante essas investigações da PF o que me surpreende não é o relaxamento de prisão de alguns acusados. Isso deve estar previsto na lei, e lei é pra se cumprir. O que me deixa ATÔNITO é esse tipo de declaração:
- "É lamentável que o procurador-geral da República apresente uma denúncia contra o ministro sem que tenha sido dado a ele o mínimo direito de se defender. É inaceitável." Antonio Carlos de Almeida Castro, advogado do ministro Paulo Medina, do STF.
É inaceitável? Pombas, se isso não é coorporativismo não tenho palavra melhor pra descrever isso, eu me rendo. Vamos aos fatos:
1- O Sr. ministro, assim como todo cidadão brasileiro (a lei é igual pra todos
2- O Sr. Antonio Carlos - vulgo "o adevogado" - acha inaceitável o procurador-geral não dar a dica pro bandido esconder as provas antes da PF chegar. Veja bem: "inaceitável".
3- Antonio Carlos de Almeida etc. (ô nominho longo - o indivíduo tem síndrome de realeza) é mais conhecido nos meios do poder como "Kakay" (hmmm...que meigo). Já "adevogou" para Roseana Sarney (lembra dos dólares na mesa?), José Dirceu (lembra do...da...enfim,você lembra.), Salvatore Cacciola (graças ao Kakay esse aí FUGIU. Tá na Itália até hoje). É apresentado como
Donde se conclui que Kakay chegou para reestabelecer a imagem de alguns acusados ilustres. Donde eu concluo que: uma vez cliente dele, provavelmente boa coisa você não é. ;)
PS: Outro dia durante um "VJing" (explico isso depois pra quem não souber) tive um problema de cabeamento e algumas imagens ficaram com a cor trocada durante a projeção. Configurado o problema de imagem rezei pra São Kakay pra ver se a crise se atenuava. Nada. Trocamos o cabo e tudo se resolveu. Ou seja: Crise de imagem? Troque seus contatos!
----------------------------------
Quase não vi nenhum avião nesse sábado. Vi sim milhões de pessoas espremidas na praia de Botafogo, Urca e adjacências. Uma pena, fiquei muito curioso de como seria essa corrida, mas pelo jeito não fui o único.
No único momento que vi um avião daqueles subindo e fazendo um loop, no final da volta, tive uma ilusão de óptica e pensei ter visto Marco Aurélio dando uma banana pra gente. Típico de etapa no Brasil - ainda mais no Rio de Janeiro. Vale Tudo.
----------------------------------
Depois de ontem já imaginei como vai ser o trânsito no PAN. Recomendo andar com uma barraca de camping ou saco de dormir dentro da bolsa. E torcer pra estar indo na direção contrária ao evento.
sexta-feira, abril 20, 2007
3 anos!?! Isso sim é um lag de respeito
Cara, não posto aqui desde de 4 de fevereiro de 2004. Ou seja, faz muito tempo. Na verdade eu confesso que a vida foi ficando corrida, corrida e eu ESQUECI que tinha um blog. Quando lembrei, achei que era tarde demais pra recuperar e achei que a conta tinha sido desativada.
Eis que a Google resolve comprar o blogger (o Google quer me comprar também, mas estamos em negociações - não, não posso citar valores) e eu imagino se o pobre e abandonado blog não está lá ainda.
Putz! Está.
Só nos resta aproveitar esse espaço não divulgado de egotrip e dar algumas opiniões a respeito do mundo. Mesmo que ninguém se importe :)
Ps: Pablo is back. Isso sim é uma boa notícia
Ps2: é um videogame ótimo, ainda compro um.
Ps3: tá muito caro ainda
Ps4: Hã...err...bem...de 2004 pra cá eu CASEI (coro de decepção feminina). É...fazer o quê se a patroa é boa de papo?
Eis que a Google resolve comprar o blogger (o Google quer me comprar também, mas estamos em negociações - não, não posso citar valores) e eu imagino se o pobre e abandonado blog não está lá ainda.
Putz! Está.
Só nos resta aproveitar esse espaço não divulgado de egotrip e dar algumas opiniões a respeito do mundo. Mesmo que ninguém se importe :)
Ps: Pablo is back. Isso sim é uma boa notícia
Ps2: é um videogame ótimo, ainda compro um.
Ps3: tá muito caro ainda
Ps4: Hã...err...bem...de 2004 pra cá eu CASEI (coro de decepção feminina). É...fazer o quê se a patroa é boa de papo?
Assinar:
Comentários (Atom)